sexta-feira, março 11, 2005

Como será que os bibliotecários portugueses organizam as suas bibliotecas pessoais?

Como será que os bibliotecários portugueses organizam as suas bibliotecas pessoais? Que sistema de classificação usam? Será a CDU? Este seria um estudo empírico interessante a desenvolver num qualquer curso das ciências da documentação e informação. Consultando o blog “Convivial librarian” cheguei até um trabalho jornalístico do New York Times sobre a organização das bibliotecas pessoais de bibliotecários norte-americanos. A bibliotecária Kathie Coblentz, 36 anos de trabalho na “New York Public Library”, tem um esquema de organização intrigante para sua biblioteca pessoal, e que chega a incluir uma secção especial para os livros relacionados a Clint Eastwood.

«(…)Her 16 bookcases - about 214 running feet - reveal no deference to John Dewey and his decimal system and varying degrees of respect for the alphabetical-by-author rule. Indeed, it seems she has grouped her books less by subject than by country of origin. Dust-free and with carefully cracked spines (a sign that books have been read, or at least leafed through), the books in Ms. Coblentz's library are navigable to no one but her.»
«”Your system doesn't have to be logical, it just has to work for you," said Ms. Coblentz, the author of "The New York Public Library Guide to Organizing a Home Library" (Running Press, 2003). Those who can't see their walls - or floors or tabletops - can consider that advice encouraging
(…)» Seria interessante deixarem registado em comentários a este post experiências de organização de bibliotecas pessoais.

quarta-feira, março 09, 2005

Jornal impresso comemora 400 anos de história

«O Jornal Público lembra hoje que "o ano de 1609 é normalmente apontado pelos académicos como o do nascimento do jornal impresso, por ser este o ano das primeiras edições hoje preservadas. O Museu de Gutenberg, situado em Mainz, na Alemanha, veio agora afirmar que foi encontrada a "certidão de nascimento" do jornal "Relation" nos arquivos da cidade de Estrasburgo.»

domingo, março 06, 2005

Those Dark Hiding Places

"Como descobrir o que está escondido na Internet"... foi esta frase que me chamou a atenção no Jornal Público de hoje (Domingo, 6 de Março) num pequeno apontamento na secção "Ponto Media". Remete para a existência de uma página que se dedica aos "sítios mais escondidos: a web invisível revelada". Visitei e achei interessante a ideia, em jeito de workshop, de um Professor-Bibliotecário da Rider University. The Invisible Web Revealed é uma iniciativa integrada na página web da biblioteca da Universidade.

quarta-feira, março 02, 2005

Uma questão para reflexão...

No editorial do último número dos Cadernos BAD (nº2 2004) Cecília Henriques, em jeito de despedida, já que a equipa editorial encerra a sua colaboração com a edição deste segundo número de 2004, deixa um lamento e propõe uma reflexão que – pode bem ser realizada aqui no rato de biblioteca – “(...) dizer também que me impressionou o reduzidíssimo número de propostas de artigos para publicação enviadas à Associação, nestes 3 últimos anos. Não existindo uma larga oferta editorial na área BAD, é forçoso concluir pela escassa iniciativa de partilha de conhecimento na nossa área profissional, Sobre o que esta atitude revela e das suas implicações no desenvolvimento da profissão, deixo para reflexão (...)”.

terça-feira, março 01, 2005

A qualidade nos Cadernos Bad

Fico realmente satisfeito, quando na minha caixa de correio (não electrónico mas sim na da porta de casa) recebo mais um exemplar dos “Cadernos Bad”. Desta vez, o nº 2 de 2004 chegou até nós apresentando a “Qualidade” como tema central. Vários artigos científicos abordam a temática da “Qualidade em serviços de documentação e informação”, e onde são apresentadas reflexões e experiências em torno das questões da qualidade na administração pública, das ferramentas de qualidade como impulso para a modernização dos serviços... fica o desejo que se continue com a edição regular desta publicação da APBAD.